Prazer, sou Rebecca – Ep.II

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Dias atrás comecei a contar por aqui a minha história de um jeitinho resumido (estou tentando huhsau), vamos lá pra o segundo episódio hahaha.

Então, nessa época dos 9-10 anos, a coisa começou a ficar turbulenta e continuou a piorar até metade dos 11 anos. Naquele ano – o abençoado 2009 – minha mãe desafiou eu e meus irmãos e lerem a Bíblia toda que ganharíamos um presente no final do ano  (ainda estou esperando ele chegar k), isso foi um dos pontapés mais válidos que recebi pra começar a mudar.

O início de 2009 foi uma catástrofe, eu e minha irmã tínhamos mudado de cidade pra estudar. Na época não tinha internet tão fácil, então qualquer comunicação que tivesse o fator distância era mais complicado. Minha irmã nunca foi acostumada a ficar longe dos meus pais, mesmo eu sendo mais nova isso trouxe um peso gigantesco, já que eu tentava acalmar as coisas. Foi nessa fase em que meu relacionamento com meus pais foi ficando cada vez mais distante, eu achava que as coisas que eu passava eram todas tolas e futilidades e não tinha razão alguma para eu ocupar eles compartilhando. Uma das coisas que o kpt sabe fazer muito bem é ajudar nossa cabecinha a distorcer as coisas, muita coisa acontecia de um jeito e eu sempre puxava pro meu lado, eu tinha o vício de me colocar como vítima em tudo (só que eu contava pra ninguém que eu me via assim, enfim, eu era bem doida pra entender).

Não vamos focar tanto nas crises de pré-adolescência que tive, ok? Acho que nem consigo explicar elas. Na metade de 2009 aconteceu outra coisa que foi bem importante pra dar uma reviravolta na minha vida, eu fui convidada a fazer parte de um encontro de adolescentes na Igreja que eu congrego. Sei lá, simplesmente fui. Lembro que eu nem sabia o que esperar, mas ali eu voltei a saber que Deus era muito mais do que coisas que eu tinha aprendido na minha infância, Ele é uma pessoa, Ele é real e era alguém que eu não conhecia. Eu via o povo tendo altas experiências com Deus naquele encontro e eu quase nada, na metade do dia comecei a fugir para as laterais do salão porque estava estranhando tudo aquilo e ainda sentia muito medo dentro de mim, aquilo me despertou o desejo de viver algo diferente. Eu me lembro claramente de quando desci do carro quando cheguei em casa depois do encontro e disse pra Deus que eu não o conhecia mesmo e que iríamos mudar isso.

Não foi tudo de uma vez, já se passou uns 8 anos disso tudo e eu ainda estou aqui – em reformas – e com muita coisa pra Deus fazer ainda rsrs. Depois desse encontro eu comecei a buscar amar a Deus; as leituras bíblicas que eu sempre acumulava e lia uns 20, 30 capítulos de uma vez (para tirar o atraso) foram ficando mais regulares e constantes. Comecei a conhecer Deus de verdade, como meu Pai, cada pouquinho que eu conhecia era um universo de amor e de mudança dentro de mim. Desde aí, as coisas entre a gente sempre foram bem simples, sem muito arrodeio. Comecei também a ter mais experiências intensas com Ele, a amar o meu próximo e também a conhecer o Espírito Santo – mais uma história bem louca haha. Sério, eu admiro muito quem tem aquelas histórias épicas com Deus, mas Ele é tão simples comigo que eu fico de cara no chão sempre. Nessa época depois do encontro, começou a ter uma reuniões de adolescentes na Igreja e sempre falavam pra gente buscar o E. S. e Seus dons. Teve vários momentos de oração lá e parecia que nada acontecia comigo, só com os outros; até que um dia depois do almoço fui deitar e enquanto não dormia falei pra Deus o quanto queria conhecer o Espírito Santo e ali, do jeito que eu estava, Deus me deu o batismo no Espírito Santo. <3 <3 <3

2010 já começou diferente, comecei aquele ano sabendo o que eu queria e mesmo continuando tendo diversas mudanças na minha vida, tinha Deus como meu amigo e isso era o mais importante. No final de julho fiz o Encontro com Deus (de adulto agora haha) e uau! Que 3 dias loucos, daqueles que chacoalham a vida da gente de uma ponta a outra. Tinha muita ferida dentro de mim que eu nem enxergava e ali provei uma nova porção do amor de Deus que me trouxe uma nova cura, terminei aquele ano me batizando nas águas e ali, de verdade, surgia uma nova Rebecca, mais parecida com o que Deus tinha sonhado (pois é, Deus sonha com a gente, bem louco isso também haha). É difícil explicar, mas sabe quando as engrenagens dentro da gente começam a encaixar?! Sei lá, eu poderia ter vivido tanta coisa, mas começar essa vida mais próxima de Deus foi a melhor coisa que eu já fiz, não tem aprovação em vestibular, certificado ou objeto qualquer que possa me fazer mais completa.

Enfim, foi um tempo muito bom! Mas a gente sempre tem um degrau a mais pra subir, sempre temos algo para mudar e nos tornar parecidos com Jesus. Eu continuava lutando com aquilo de me sentir inferior aos outros e me colocar como vítima do universo, são guerras que travamos e nem sempre conseguimos vencer todas as batalhas. Mas Deus foi me acompanhando em cada uma delas, mesmo quando eu não agia de um jeito que O agradasse. Sério, Ele é muito paciente! Ainda não sei como Ele conseguiu e consegue me aturar tanto. Além de tudo isso, a vida tem suas circunstâncias “naturais” que mudam um bocado de coisa, né? Mas vou deixar essa parte para o próximo texto rsrs.

texto anterior, clique aqui :) 

E se Deus também fez algo na sua história, compartilhe ela!

Prazer, sou Rebecca :)

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Já comentei com vocês que tenho tido um pouco de dificuldade para colocar o que tenho vivido por aqui. Estou numa fase tão intensa e Deus tem trabalhado tanto em tão pouco tempo que, quando paro, não consigo colocar tudo em palavras. Mas vou me esforçar ao máximo pra conseguir compartilhar as coisas que tenho aprendido com Ele com vocês. <3

O último texto que tivemos por aqui foi uma história linda compartilhada pela minha amiga Jéssika. Eu tinha dado o maior sermão pra ela sobre a importância da gente compartilhar a nossa história e o que Deus tem feito com ela. Pouco tempo depois, meu Amigo Espírito Santo falou comigo que nem eu mesma fiz isso por aqui rsrs. Mais de um ano e meio de Sobre a Rocha e eu nunca compartilhei a minha história! Creio que não vai caber tudo num post só, então, vamos ter mais alguns textos nos próximos dias hahaha.

Nasci em 16 de janeiro de 1998, em João Pessoa – Paraíba. Sou filha de um casal espetacular; minha mãe é daquelas mulheres que parece ser 50 de quanta coisa que consegue fazer, meu pai é aquela pessoa desenrolada que tem um coração gigante e sempre tem um sorriso pra dar. Sou filha do meio, o recheio do bolo, a irmã de Sarah e de Isaías. Leia Mais

A história – Jéssika Monteiro

jess

Hey, people! Hoje eu quero apresentar pra vocês uma grande amiga <3 hahaha.

Jess me conheceu no twitter (um dos bons frutos de lá) graças aos meus comentários literários infindáveis, pouco tempo depois a gente leu Nárnia juntas e tivemos longas conversas regadas de amor e entrega a Deus. Isso já faz uns dois anos, mas eu ainda não conhecia a história dela com tantos detalhes até semana passada. Fiquei de cara no chão quando ela estava me contando o tanto de coisas que Deus tinha transformado na vida dela. Pedi pra ela compartilhar um pouco disso com vocês e espero que vocês também sintam o amor de Deus através do que Ele escreveu na vida da minha amiga Jess, também conhecida como Jill hsuahas.

“Carrego comigo uma história que, ao olhar para trás, 

Não sei bem como contar essa historia, mas  é necessário.

Em 1996, eu nasci. 

Me chamo Jéssika Monteiro e quero compartilhar um pouco da minha história com você. Leia Mais

Quem sou eu?

junho-01

Tenho vivido uma fase tão diferente, que tem hora que não consigo colocar tudo em palavras por aqui.

Eu nunca entendia quando as pessoas falavam que a “juventude” era um tempo de muitas decisões e desafios, eu achava que isso era mais papo furado do que realidade; mas aqui estou eu lutando e descansando para descobrir os planos de Deus para mim.

Provavelmente, você já ouviu falar sobre identidade (se acompanha o Sobre a Rocha, certamente já ouviu falar muito disso haha). Pois é, falamos e falamos tanto sobre encontrar a nossa identidade em Deus. Mas será que estamos vivendo ela? Eu lembro de uma brincadeira que eu e meus irmãos sempre fazíamos quando éramos criancinhas; toda vez que alguém levava uma pancada/caia/se esbarrava,  se fingia que tinha esquecido de tudo e ficava perguntando “quem sou eu?”, “onde eu estou?”, “quem são vocês?”, “etc”. Leia Mais

Quando Ele Vem – André Aquino

QUANDO-ELE-VEEM

Ainda estou me readaptando a escrever por aqui novamente hahaha mas agora quero falar sobre Alguém bem especial, eu achava que já O conhecia em boa parte, sei lá, sabia que Ele é eterno, mas já estava acostumada a conviver com o que eu já sabia dEle e pronto. Mas esse ano de 2017 foi um ano de mais descobertas Nele. Isso é bem exótico se a gente tentar entender com a nossa cabecinha lógica, então, abra o coração e vamos lá!  Leia Mais

O limite da criatividade

criatividade---2017

Uau, depois de meses, é difícil conter a alegria de escrever aqui. Passei o dia com aquela sensação estranha, com muita coisa pra falar e não saber por onde começar. Com o tempo, pretendo explicar o que aconteceu com o Sobre a Rocha nos últimos meses e, FINALMENTE, colocar cada projeto que Deus tem colocado no meu coração em prática. <3

Não sabia sobre o que deveria começar a falar, esse texto talvez esteja um pouco sem sentido, talvez ele tenha um começo, mas não tenha um fim. hahaha

Esse ano, tenho lido muito os textos de Salomão e dos sábios daquela época. Deus tem me ensinado muita coisa sobre princípios e de como as coisas funcionam no Reino Dele. Vou compartilhar um pouco sobre criatividade com vocês, espero que entendam <3 Leia Mais

I am a temple.

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“A Páscoa dos judeus estava se aproximando, e Jesus subiu para Jerusalém. Encontrou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e cambistas assentados negociando; tendo feito um chicote de cordas, expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois, espalhou pelo chão o dinheiro dos cambistas e virou as mesas; e disse aos que vendiam as pombas: “Tirai essas coisas daqui; não façais da casa de meu Pai, casa de comércio.” Então seus discípulos lembraram-se do que foi escrito: “O zelo pela tua Casa me consumirá.” João 2:13-17 – BKJ

Sempre que li esse trecho, logo pensava na congregação (Igreja física) e na nossa postura naquele espaço. Numa das leituras diárias que estou fazendo um pessoal da Universidade, Deus abriu meus olhos para um entendimento completamente diferente.

Depois que Jesus ressuscitou, nós nos tornamos o Templo da presença de Deus (I Coríntios 6:19-20). Quando Deus fez o homem, o Seu objetivo era exatamente esse, que nós estivéssemos tão próximo Dele que o nosso corpo levaria naturalmente a Sua presença. Não é novidade que o pecado acabou com tudo isso e nos tornou pessoas indignas de levar a presença de Deus. Antes de Jesus vir para a terra, o templo físico era o espaço em que Deus podia conectar-se com alguns homens e ser adorado. Hoje, nós somos o templo. Leia Mais

Como estamos tocando em Jesus?

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“E estava por ali certa mulher que, havia doze anos, vinha padecendo de hemorragia. Ela já tinha sofrido demasiado sob os cuidados de vários médicos e gastara tudo o que possuía; porém, em vez de melhorar, ia de mal a pior. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, passou pelo aglomerado de pessoas e conseguiu tocar em seu manto. Pois dizia consigo mesma: “Se eu puder ao menos tocar as suas vestes, ficarei curada”. E, naquele instante, se lhe estancou a hemorragia, e a mulher sentiu em seu corpo que estava liberta do seu sofrimento. No mesmo momento, ao sentir que do seu interior fora liberado poder, Jesus virando-se em meio à multidão, inquiriu: “Quem tocou em meu manto?” Ao que os discípulos alegaram-lhe: “Vês a multidão que te comprime de todos os lados e perguntas: ‘Quem me tocou?’”. No entanto, Jesus continuou olhando ao seu redor, esperando ver quem havia feito aquilo. Então, a mulher, assustada e trêmula, sabendo o que lhe tinha sucedido, aproximou-se e prostrando-se aos seus pés declarou-lhe toda a verdade. E Jesus afirmou-lhe: “Minha filha, a tua fé te salvou! Vai-te em paz e estejas liberta do teu sofrimento”. Marcos 5:25-34 BKJ

Não sei bem como começar a falar sobre isso; antes de qualquer outra coisa, eu penso em mim. Penso em como tem sido meu relacionamento com Jesus.

Ali tinha uma imensa multidão que estava acompanhando Jesus, que conhecia as Suas palavras, que tinha visto a manifestação do Reino dos céus; mas que não tinham desejo de O conhecer de verdade. Ali tinha uma mulher afastada pela sociedade, esquecida, frustada; mas que ouviu sobre um Homem que tinha a chave para colocar cada coisa no lugar de sua vida. Leia Mais

Pai & Filhos

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Dias atrás, quando estava entrando na pequena e fofa cidade que passei a minha infância, reparei nas pinturas de algumas lojinhas que só tinha “org. fulaninha” e alguns casos raros que tinha “org. pessoa x e família”. Comecei a lembrar de quando era criança e eu e meus irmãos ficava discutindo quem iria ajudar o meu pai na loja dele enquanto os outros brincavam. Nesse período, a gente achava a coisa mais entediante ficar lá, preferíamos milhares de vezes ficar correndo por aí de bicicleta. Até que um dia (nunca me esqueci dele K) minha mãe chegou pra conversar com a gente e explicar a importância do trabalho do meu pai.

A gente começou a ajudar lá, eu achava legal ficar apostando com meu irmão quem carregava mais caixas de óleo, comecei a gostar de passar troco e de destruir caixa de cupim com chave de fenda (meu pai não sabia muito dessa parte rsrs). Era bem interessante como eles ficavam felizes quando eu e meus irmãos iam ajudar lá, meu pai sempre sorria quando ia dizer que a gente era filho dele e trabalhávamos juntos. Leia Mais

As águas profundas + David Wilkerson (A cruz e o punhal – Editora Betânia)

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“O homem deslocou-se para o lado oriental com uma corda de medir na mão e, enquanto se movia, totalizou mil côvados longos, isto é, quinhentos metros e me fez passar pelas águas, que batiam na altura do meu tornozelo. De novo mediu quinhentos metros e conduziu-me pela água, que chegava ao joelho. Mediu então mais quinhentos metros e me levou pela água, que batia na cintura. Ainda mediu mais quinhentos metros, mas agora era um rio que eu não conseguia atravessar, porque a água havia subido muito e já era tão profunda que só se podia atravessar a nado; era um rio que não se podia vencer apenas caminhando. Ele então me indagou: “Observaste tudo isso, ó querido filho do homem? E transportou-me de volta à margem do rio. Assim que cheguei, notei muitas árvores em cada lado do rio. E ele me revelou: “Estas águas fluem para o Leste, em direção a região oriental e, descendo até a Arabá, ao vale do rio Jordão, chegando ao mar Morto, e ao entrarem nas águas salgadas, estas se tornam doces e saudáveis. Por onde passar o rio haverá todo tipo de animais e de peixes. Porquanto essas águas límpidas fluem para lá e saneiam as águas salgadas; de modo que onde o rio passar tudo ganhará vida” Ezequiel 47:3-9

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